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Governo amplia Move Brasil com R$ 21,2 bilhões para renovação de frotas de ônibus e caminhões
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Governo amplia Move Brasil com R$ 21,2 bilhões para renovação de frotas de ônibus e caminhões

Operacionalizado pelo BNDES, o programa contará com R$ 21,2 bilhões para financiar veículos de fabricação nacional, permitindo que transportadores autônomos e empresas adquiram modelos seminovos ou zero-quilômetro com...

Por Redação Mecânica Online®
3 min

Operacionalizado pelo BNDES, o programa contará com R$ 21,2 bilhões para financiar veículos de fabricação nacional, permitindo que transportadores autônomos e empresas adquiram modelos seminovos ou zero-quilômetro com prazos de até 10 anos e carência de 12 meses.

A medida injeta R$ 14,5 bilhões do Tesouro Nacional e R$ 6,7 bilhões de recursos próprios do BNDES, visando combater a obsolescência da frota que encarece o frete brasileiro.

A nova etapa do Move Brasil estabelece um limite de financiamento de até R$ 50 milhões por beneficiário, democratizando o acesso ao crédito para cooperativas e frotistas.

Para os caminhoneiros autônomos, o governo reservou R$ 2 bilhões exclusivos, dobrando o montante de 2025 e facilitando a compra de veículos com menor custo operacional.

A engenharia financeira prevê juros reduzidos, que serão definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), focando na viabilidade econômica de quem opera na ponta do transporte.

O foco em veículos de fabricação nacional estimula diretamente a cadeia produtiva, garantindo que o aporte financeiro sustente empregos em montadoras e fabricantes de autopeças.

O programa exige o cumprimento de conteúdo local do BNDES, assegurando que a tecnologia embarcada nos novos ônibus e caminhões seja desenvolvida ou montada no Brasil.

Ao incentivar modelos mais novos, o Move Brasil promove a eficiência energética, visto que veículos modernos consomem significativamente menos diesel e emitem menos poluentes.

A sustentabilidade é um pilar central, condicionando o crédito à aquisição de tecnologias que atendam às normas de emissões vigentes, alinhadas às metas da COP30.

No transporte de passageiros, a inclusão de ônibus e micro-ônibus deve acelerar a renovação dos sistemas urbanos, melhorando o conforto e a segurança viária nas cidades.

A ampliação do prazo de pagamento para 10 anos é o dobro do previsto na fase inicial, reduzindo o valor das parcelas e aliviando o fluxo de caixa dos transportadores.

O aporte de R$ 2 bilhões no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) reduz o risco bancário, facilitando a aprovação de crédito para micro e pequenas empresas do setor.

A modernização da frota reduz drasticamente o custo com manutenção corretiva, um dos maiores gargalos financeiros para o transportador autônomo brasileiro.

Com a renovação, o Brasil ganha em competitividade logística, diminuindo o tempo de parada de veículos antigos e aumentando a produtividade por quilômetro rodado.

A medida é vista como estratégica para a transição energética, servindo de base para a introdução de modelos com tecnologias de propulsão mais limpas no futuro breve.

  • Potência: Motores de última geração (Euro 6)
  • Torque: Otimizado para máxima tração e carga
  • Consumo: Reduzido em até 15% (comparado a frotas antigas)
  • Autonomia SCR: Sistemas de pós-tratamento de alta eficiência
  • Tração: Diversificada (4×2, 6×2, 6×4 e ônibus)
  • Preço: Financiamento de até R$ 50 milhões

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  • Implementos Rodoviários: Equipamentos acoplados ao chassi do veículo motorizado, como reboques, semirreboques, carrocerias, tanques e betoneiras.
  • FGI (Fundo Garantidor para Investimentos): Fundo que oferece garantia complementar aos bancos para facilitar a concessão de crédito a empresas que não possuem garantias suficientes.
  • Conteúdo Local: Regra que exige que uma porcentagem mínima do valor ou dos componentes do veículo seja produzida no Brasil para que ele seja elegível a linhas do BNDES.
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